12 – Melhor que um Dragão.

11 – Eu me chamo Popurou.
27 de novembro de 2017
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27 de novembro de 2017
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12 – Melhor que um Dragão.

— Me… Mestre? — Disse Zorg voltando a si.

— É claro, este é o núcleo da alma de meu mestre, porque? Você não é o mestre? — Disse Popurou enquanto cerrava os olhos.

— CADÊ O MESTRE?! Eu exijo ver meu mestre imediatamente! Mestre, mestre, mestre! — Gritava popurou enquanto ficava em pé sobre a testa de Zafiryel e balançava seus bracinhos para cima e para baixo sem parar, em forma de protesto.

— Sou eu, sou eu. Este núcleo da alma é meu. — Disse Zorg.

— Eu sei disso, quem parece não saber das coisas aqui é você popurou. — Disse Popurou enquanto se sentava de braços cruzados.

— Espera aí, quer dizer que foi você quem nasceu daquele ovo?

— Pode apostar que sim! — Disse Popurou esticando seu bracinho sorrindo e fazendo sinal de joia.

— A… Legal. — Disse Zorg desviando o olhar.

— Como assim, “a legal”? Se tem alguma coisa pra dizer fala logo!

— Não, é só que….

— “Só que”, o quê? Desembucha.

— É só que eu pensei que daquele ovo iria sair pelo menos um dragão ou coisa parecida, não um…. — Zorg parou por um momento olhando Popurou da cabeça aos pés. — …. Um filhote de camaleão.

— Ótimo, muito bom. Além de me deixar sozinho no dia do meu nascimento, agora eu tenho de sofrer racismo também. E o que você sabe sobre dragões? Hein, seu varapau. — Disse Popurou nervoso. Sem ao menos dar tempo para que zorg o respondesse, ele continua:

— Eles são apenas lagartos gigantes que sabem voar e cuspir fogo popurou. — Disse popurou.

— E você? O que sabe fazer? — Perguntou Zorg.

— Que tal salvar a vida dessa mulher pra começar? — Disse Popurou enquanto pisava repetidamente na testa de Zafiryel.

— Obrigado…. Obrigado mesmo. — Disse Zorg enquanto olhava para sua mãe com um olhar cheio compaixão.

— Tô me lascando pro seu agradecimento, seu racista. — Disse Popurou enquanto cruzava os braços e virava a cara para o outro lado.

— Me desculpe, não foi essa a minha intenção. É que eu nunca vi um camaleão nascer de um ovo de pedra, por isso eu acabei criando expectativas erradas. Que tal começarmos de novo? Toca aqui. — Disse Zorg com um sorriso no rosto enquanto esticava seu dedo indicador para Popurou.

— Vou tocar só porque você é o meu mestre popurou. — Resmungou Popurou enquanto tocava no dedo de Zorg sem olhar para ele.

— Ótimo! Que tal sairmos daqui? Você deve estar com fome. — Disse Zorg alegremente.

— Opa, agora sim algo bom! — Disse Popurou enquanto saltava para a cabeça de Zorg.

— Mas que fedor é esse popurou? A quanto tempo você não toma banho? — Perguntou Popurou enquanto tampava o nariz.

— A mais ou menos trinta e seis dias. — Disse Zorg com um sorriso sem graça no rosto.

— Misericórdia, prefiro a sua mãe. — Disse Popurou enquanto voltava para a testa de Zafiryel.

— Heh, foi mal. — Disse Zorg sem graça.

Azemir estava inquieto, trinta minutos haviam se passado desde que sua esposa havia desaparecido sobre o colo de seu filho. Ele andava de um lado para o outro em seu abrigo na caverna.

  • Fuuuu *

— Pai, voltamos.

— Graças aos Deuses! — Disse Azemir enquanto corria na direção de Zorg.

— E aí….

  • PÁÁÁÁÁÁ *

Enquanto Popurou levantava sua patinha para cumprimentar Azemir, Azemir dá um tapa nele jogando-o a cem metros de distância para fora de seu abrigo.

— Como esse bicho veio parar aqui! Zafiryel…. Como está sua mãe? Você conseguiu fazer alguma coisa? — Perguntou Azemir todo afobado.

— Pai, o que você fez! — Disse Zorg com cara de espanto.

— Como assim o que foi que eu fiz? — Disse Azemir franzindo o cenho.

— Você acabou de espalmar para fora o responsável por salvar a mamãe. Disse Zorg enquanto se levantava da cama.

— O quê? Como assim? Eu pensei que fosse um inseto. — Disse Azemir.

— INSETO É A SUA MÃE! — Gritou Popurou enquanto voltava mancando para a caverna.

— Me…. Me desculpe. Por favor, mil perdões. Eu não fazia ideia.

— Foi ele quem saiu do ovo pai. — Disse Zorg enquanto pegava Popurou.

— O QUÊ? Isso saiu do ovo? — Exclamou Azemir abismado.

— Como assim “isso”? Agora também vai fazer pouco caso de mim?

— Não, não é isso. É só que…

— Eu sei, eu sei. Você esperava que fosse pelo menos um dragão ou coisa parecida. — Disse Popurou.

— Heh… Bom, é que… — Azemir estava super sem graça.

— Que maravilha popurou, eu nasci em uma família de racistas. — Disse Popurou enquanto colocava a pata na testa.

— A tudo bem, esquece. Eu tô com fome, vamos lá fora para eu comer e tudo estará resolvido popurou. — Disse Popurou.

— Não tem nada para comer lá fora, todos os alimentos estão aqui dentro conosco. — Disse Azemir.

— Hehe. Sabe de nada inocente. Mestre, me leve até aquele campo de batalha.

— Tá bom. — Respondeu Zorg sem entender.

Azemir selou a entrada do abrigo onde estavam, e foram todos até onde Agláxis batalhava. Suas vestes estavam rasgadas e seu corpo pingava sangue. O que antes era um campo de batalha com centenas de bestas ferozes, agora havia se tornado o cenário de um verdadeiro massacre, restando apenas as bestas mais poderosas que somavam pouco mais que três dezenas.

— Ei, espancador. Qual seu nome? Enquanto estava sendo agredido não tive tempo de perguntar. — Disse Popurou enquanto olhava para Azemir.

— Eu já disse que não foi… — Aahhh. — Suspiro. — É Azemir, pode me chamar de Azemir. — Respondeu Azemir de forma pesarosa.

— Ótimo, eu me chamo Popurou. Eu te perdoou e nós poderemos começar de novo, se você terminar com esta batalha logo de uma vez popurou. — Disse Popurou enquanto dava uma piscadela para Azemir.

— Aahhh, tudo bem. Que seja.

Azemir começou a concentrar seu Shakti e a fazer vários selos de mãos enquanto se afastava deles. Ao terminar, ele une as palmas de suas mãos enquanto ergue seus braços deixando-os bem esticados sobre sua cabeça enquanto mantém suas palmas unidas. Logo em seguida, ele começa a abrir os braços de forma arqueada, e a medida em que suas palmas se distanciam uma da outra, trinta e três esferas de puro Shakti elétrico do tamanho de uma laranja, vão aparecendo.

— Flagelo Celestial do Relâmpago!

As trinta e três esferas se transformaram em enormes raios que destruíam tudo onde passavam, cada uma em direção a uma besta, emitindo um estrondo de perfurar os tímpanos que ressoavam por toda a região podendo ser ouvidos a centenas de quilômetros de distância.

Em um instante, todas as trinta e três bestas foram mortas. Umas faltavam parte de seu corpo, enquanto outras tinham se desintegrado restando apenas o seu núcleo da alma. Cada uma delas estavam no 4º nível do Domínio Espiritual.

— Agora sim popurou, isso vai ser uma ótima primeira refeição. — Disse Popurou. No campo devastado pela batalha, entre partes de corpos e aqueles que restaram apenas o seu núcleo, haviam um total de 692 bestas mortas.

— OBRIGADO PELA COMIDA! — Disse Popurou enquanto saltava da cabeça de Zorg para o centro do campo de batalha. Popurou pairava sobre o campo de batalha com seus olhos fechados, todo o seu corpo começou a brilhar e algo como um buraco negro começou a se formar em seu estômago.

Assim que o buraco negro cobriu toda a barriga de Popurou, todas as bestas mortas começaram a se contorcer, e uma por uma tinham seu núcleo da alma sugados pelo buraco negro.

Por ter acabado de nascer, e ter comido seu próprio ovo. Popurou estava apenas no 1º Nível do Domínio Físico. O corpo de Popurou começou a pulsar. Pouco a pouco seu corpo foi aumentando de tamanho, enquanto seu Shakti também crescia. 2º, 3º, 4º, 5º, 6º, 7º, 8º, 9º Nível do Domínio Físico, e finalmente 1º Nível do Domínio da Alma.

— Ele é mais roubado do que você. — Sussurrou Azemir para Zorgnatron sem tirar os olhos de Popurou.

  • BUUUUUUUURRRRRRRRPPPPPPP! * (Arroto.)

— Uuuuuffa, quem me dera se todos os Domínios seguintes precisassem de tão pouco Shakti para evoluir quanto o primeiro Domínio, popurou. — Disse Popurou enquanto se aproximava de Agláxis. Popurou que antes era do tamanho do punho de uma criança, agora estava com vinte centímetros de comprimento.

— Ei você, qual seu nome? — Perguntou Popurou.

— Eu me chamo Agláxis, sou irmão de Zorgnatron.

— Eu me chamo Popurou, toca aqui.

Agláxis se agachou e tocou seu punho contra o minúsculo punho de Popurou.

— Ei, chega mais. Você quer ver uma coisa legal? — Disse Popurou com uma cara de conspiração.

— Uhum. — Respondeu Agláxis com uma cara estranha como se mal estivesse conseguindo processar tudo o que estava acontecendo.

— Beleza, então me diz. De todas as bestas que você acabou de enfrentar popurou, qual delas foi a que te deu mais trabalho?

— A, com certeza foi o Gorila das Foices Elétricas. Principalmente esse últim….

  • Chuiiiim *

— Uoooouuuuuuuuhh! — Todos os três exclamaram simultaneamente.

Popurou havia se transformado em um enorme Gorila das Foices Elétricas medindo dois metros e trinta de altura, seus punhos eram mais largos que a circunferência do corpo de qualquer um dos três e em seus cotovelos, algo como se fosse a ponta de uma foice imbuída em Shakti elétrico, medindo setenta centímetros cada, o dava um ar totalmente ameaçador.

— Isso sim, é uma habilidade útil. — Disse Azemir.

— Mas é claro, quem são os dragões perto de mim popurou? Hahahaha. — Disse Popurou alegre e convencidamente.

— Que maneiro… — Disse Agláxis enquanto contemplava e tocava Popurou.

— Finalmente alguém sensato na família. — Pensou Popurou.

— Como vocês encontraram ele pai? De onde ele veio? — Perguntou Agláxis.

— Também não sei de toda história, mas resumindo, ele nasceu daquele ovo que foi deixado em nossa família e além disso, ele acaba de salvar a vida de sua mãe. — Disse Azemir

— Nossa, com essas habilidades pouco importa o fato de ele ser um simples camal…

  • PÁÁÁÁÁÁ *

Antes que terminasse de falar, Agláxis recebe um soco com toda a fúria de Popurou enquanto estava com a guarda baixa.

— Urgh, * Cof, Cof * o que foi que eu fiz? — Perguntou Agláxis enquanto caía sobre os pés de Zorg.

— Hahahaha. Ele é um pouco sensível quando diz respeito a sua raça irmão. — Disse Zorg enquanto ria e ajudava seu irmão a se levantar.

— Eu não tinha a intenção, mas tudo bem. A final de contas ele não me machucou, apenas me pegou desprevenido. Você se transformou, mas seu Shakti continua o mesmo, não é?

— Humpf, sim. Meu nível não aumenta popurou. Mas em compensação eu tenho acesso a todas as habilidades que um ser absorvido por mim possuía antes de morrer. — Disse Popurou enquanto voltava ao normal.

— Há, aquele velho não estava brincando quando disse que você seria meu braço direito. — Disse Zorg enquanto se dirigia na direção de Popurou.

— Uaaaaaaah! — Bocejo. — É claro que não popurou, ainda tem algumas outras coisas que podemos fazer juntos. Mas agora preciso descansar, toda essa comida somado a minha transformação, está começando a pesar em meu estômago.

— Tudo bem, enquanto isso vou supervisionar minha mãe e deixar meu pai e irmão a par de tudo o que aconteceu. — Disse Zorg.

— Combinado, trate de descansar também. Principalmente você, garoto desprevenido. Quando eu acordar todos nós teremos um grande trabalho a fazer.

— Então é isso, falou.

Assim que terminou de falar, Popurou se transformou em um feixe de luz que voou em direção ao ombro esquerdo de Zorg se transformando em uma tatuagem.

— O que será que ele quis dizer com “um grande trabalho a fazer”? — Perguntou Agláxis.

— Não faço ideia, mas tenho certeza de que ele não disse isso atoa. Por ora vamos todos voltar ao abrigo para que seu irmão cuide de você enquanto conversamos. Tem muita coisa que eu também quero saber. — Disse Azemir.

Assim o tempo passou, Zorg comeu como se não houvesse amanhã. Após ficar trinta e seis dias sem comer, em sua barriga parecia haver um buraco negro tal como o de Popurou. Enquanto ele comia, Zorg contou cada detalhe para seu pai e irmão. Todos ficaram muito excitados e começaram a levantar várias teorias a respeito dos poderes de Zorgnatron. No final do primeiro dia de descanso. Zafiryel finalmente acordou. O que foi de fato surpreendente levando em consideração o fato de ela ter estado trinta e seis dias sem dormir.

Assim que ela fez sua primeira refeição, Zorg foi conferir o núcleo da alma de sua mãe. O que antes era apenas um pequeno pedaço de terra sem vida, continuava sendo um pequeno pedaço de terra se comparado ao núcleo de Zorg, porém cheio de vida com um grande lago que dava início a um vasto rio repleto de árvores frondosas, as folhas de todas as árvores emitiam um forte brilho. No centro do lago em sua parte mais profunda, Zorg pôde ver um núcleo branco, denso e concentrado de Shakti que girava em torno de si espalhando sua energia por toda a região.

Mais um dia se passou e Zorg contou tudo o que aconteceu para sua mãe que ficou tão chocada quanto os outros. Essa história de “núcleo da alma”, ninguém nunca tinha ouvido falar sobre algo parecido antes. Mas várias coisas começaram a fazer sentido depois que foram capazes de entender sobre ele. Zorg ensinou a cada um deles a forma de visualizar e entrar em seus respectivos núcleos, mas diferente dos outros, Zorg era o único capaz de ver o núcleo de outra pessoa e também era o único capaz de levar outras pessoas dentro de seu próprio núcleo.

Após pedir sua mãe para selar a entrada do abrigo em que se encontravam, Zorg decide levar todos para dentro de seu núcleo para que eles pudessem ver tudo o que aquele misterioso Ancião havia criado para ele. Zorg também aproveitou para fazer uma ligação espiritual com seu Lince das Sombras, assim ele não precisaria mais daquele Talismã de dominação espiritual para controla-lo e poderia deixa-lo sempre repousando em seu núcleo da alma.

Com tudo pronto, todos partiram.

— Que magnífico! — Exclamou Zafiryel.

— Ruas de ouro, haha…. Nunca pensei que eu viveria para ver algo assim. Olha só essas árvores. — Disse Azemir.

— É, agora eu entendi o que você quis dizer com “ter o núcleo da alma aprimorado”, o meu nem tem mais graça depois que eu vi o seu. — Disse Agláxis enquanto vislumbrava cada detalhe.

— Haha legal, não é? E vocês só viram a parte de fora, mais a frente ainda tem algo ainda mais surpreendente. — Disse Zorg enquanto passava o braço pelo pescoço de seu irmão e começava a puxa-lo.

Após passar pela ponte sobre o rio de cristal e deixar todos de queixo caído, todos pararam em frente ao portão.

— Esse símbolo…. É o mesmo que o da esfera que estava com meu pai. — Disse Azemir em um tom nostálgico.

— Ummm, agora isso faz muito mais sentido. — Disse Zorg enquanto abria os portões.

Todos os três ficaram mudos, palavras não podiam descrever a sensação de poder contemplar o que estava diante de seus olhos. Um castelo flutuante em um vazio sem fim, onde na vida que alguém imaginaria ver algo assim?

— Hehe, vamos entrar. — Disse Zorg.

Todos foram teleportados para o interior do castelo.

— Hah, seu castelo é tão grande quanto o do imperador. — Disse Azemir.

— Se não for maior. — Disse Zafiryel.

— E aí, aqui é bem legal não é popurou? — Disse Popurou enquanto aparecia sobre a cabeça de Zorg.

— Mãe, este é Popurou. Foi ele quem salvou sua vida.

— Foi um prazer salva-la, vê-la tão linda e cheia de vida me faz pensar que eu jamais poderia deixar alguém como voc…

— MAS QUE FOFINHO! Que animalzinho mais lindo, eu adorei ele! Olha só marido, ele não é lindo? — Disse Zafiryel enquanto abraçava Popurou entre seus fartos seios e acariciava seu rosto no dele.

— Sim, sim. Eu sou um animalzinho e eu sou lindo. Você também é linda, eu sempre vou te salvar. — Dizia Popurou ao mesmo tempo em que Zafiryel se expressava.

— Sua mãe e o problema com os animais. É por isso que não temos animais em casa, ela é excessiva de mais com eles. — Sussurrou Azemir para Zorg.

— Éééé MÃE — Gritou Zorg.

  • Rummhum *

— Que tal continuarmos? — Disse Zorg.

— Tudo bem, mas ele fica comigo. — Disse Zafiryel.

— Não se preocupe minha deusa, eu sempre estarei com você. — Disse Popurou enquanto subia na cabeça de Zafiryel.

— Huhuhu… Ele é tão fofo. — Disse Zafiryel enquanto o acariciava.

— Ora, seu… — Disse Azemir olhando para Popurou enquanto cerrava os punhos.

Assim que viram os tronos e os pedestais, todos voltaram para o abrigo. Estando de volta, eles começaram a conversar sobre a forma peculiar com que Zorg e Popurou subiram de nível.

— Agora que todos já viram tudo e muita coisa foi esclarecida popurou, que tal fazermos algo realmente grande? — Disse Popurou ainda na cabeça de Zafiryel.

— O que você tem em mente? — Perguntou Azemir.

— Nós vamos recuperar a es…

  • AAAARRRRGGGGHHHH! *

— Filho o que foi? — Disse Zafiryel assustada.

Zorg estava com suas duas mãos na cabeça, gritando e se contorcendo. Ele estava sentindo uma forte dor aguda do lado direito de sua nuca que irradiava até seu olho direito, era uma dor excruciante.

Quando seu nariz começou a sangrar, Zorg mais uma vez, vê o futuro.

Nota do Autor: Olá leitor, que bom que você está aqui!
Que tal sabermos um pouco mais sobre esse icônico personagem que acaba de aparecer em nossa história?

Popurou => Excêntrico companheiro de Zorgnatron, nascido do ovo de pedra deixado por Abraziel aos cuidados de Kuglan e seus descendentes. Possui a habilidade de absorver o núcleo da alma de qualquer criatura que esteja morta, bem como o poder de usar todas as habilidades que a criatura possuía antes de morrer. Tem uma forma de falar bem diferente dos outros, isso se deve as informações contidas em seu D.N.A deixadas por seu pai. Línguas de vários povos diferentes de vários planetas e universos estão contidas em seu D.N.A junto de algumas outras informações importantes. É extremamente lascivo, não importa a raça, se for do sexo feminino e lhe agradar ele cai dentro.


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